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Rio quente, Postado em 17 de fevereiro de 2022, 5 min de leitura

As tartarugas marinhas são animais que desempenham um papel importante no meio ambiente. Consumidores de organismos marinhos e alimento para predadores, esses animais transportam nutrientes e energia, imprescindíveis para a sobrevivência de muitas formas de vida. Por isso, a preservação das tartarugas marinhas é um tema que precisa ser conhecido e debatido.

No Brasil, elas estão presentes em muitas regiões costeiras e são o foco do trabalho do Projeto Tamar. A presença do projeto em mais de 1.000 km de praia não é por acaso. As tartarugas precisam ser protegidas, pois “são consideradas verdadeiros engenheiros do ecossistema, devido a sua influência e ação sobre os recifes de coral, bancos de grama marinha e substratos arenosos do fundo oceânico”.

Vida marinha e biodiversidade

Quando se fala em preservação das tartarugas marinhas, precisamos ter a noção do impacto que esses animais têm na preservação da biodiversidade marinha. A manutenção dessas espécies é um movimento que visa proteger toda a biodiversidade, uma vez que as tartarugas desempenham um papel singular na manutenção de muitas outras espécies que vivem nesse ecossistema.

As ameaças às espécies de tartarugas começam antes mesmo de elas nascerem. Os ninhos das tartarugas marinhas que ficam em praias movimentadas estão sujeitos a riscos como ataques de animais domésticos que transitam na areia e rompimento de ovos, pisoteados por pessoas que caminham na praia e não sabem que existem ninhos ao longo do faixa de areia.

Outro problema é a iluminação artificial nestes locais. Os filhotes de tartarugas, após romperem os ovos, podem ficar desorientados pela luz artificial presente nas praias. Além disso, essa luz também assusta as fêmeas que procuram a praia para fazer a desova.

O lixo, que infelizmente ainda é um problema grave das praias — causado exclusivamente pela ação humana — atrapalha a construção de ninhos na areia, o que interfere na chegada dos filhotes ao mar. No oceano, o lixo é comumente confundido com alimento e engolido pelas tartarugas, podendo levá-las à óbito.

Conscientização quanto à necessidade de proteção

De acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) e considerando os critérios do Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção (ICMBio), as cinco espécies de tartarugas ameaçadas de extinção encontradas no litoral brasileiro são:

  • tartaruga-de-couro;
  • tartaruga-de-pente;
  • tartaruga-cabeçuda;
  • tartaruga-oliva;
  • tartaruga-verde.

Para entender porque as tartarugas estão em extinção, basta considerar os aspectos mencionados anteriormente: dificuldade na desova, poluição e ação humana nas praias e nos oceanos.

Imagem de duas tartarugas marinhas pequenas andando na areia de uma praia.Conheça o Projeto Tamar

Criado em 1980, o Projeto Tamar surgiu depois de uma expedição realizada por estudantes de oceanografia, que observaram a ação cruel de pescadores com tartarugas que realizavam a desova na areia de uma praia. A partir daí, iniciou-se um trabalho de educação socioambiental que foi crescendo e se expandindo até tornar-se o que é hoje o maior projeto em atuação no país.

Desde a criação do projeto, os pesquisadores investem em pesquisas que visam não só proteger a reprodução das tartarugas, mas também conhecer mais hábitos, biologia e ecologia desses animais.

O litoral baiano é um dos principais pontos de trabalho do Projeto Tamar. No período de setembro a março (época da desova), as equipes que atuam no projeto monitoram os locais de para garantir o máximo de proteção às fêmeas e a integridade dos ovos.

Os turistas interessados em prestigiar o projeto e participar de ações podem visitar os centros de pesquisa, localizados nas praias do litoral em que o projeto atua: Bahia, Rio Grande do Norte, Sergipe, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Costa do Sauípe e a preservação das tartarugas marinhas

O Projeto Tamar está presente na Costa do Sauípe, por isso, os turistas que visitam o resort e a Praia do Forte têm a possibilidade de participar das atividades envolvendo o contato com animais marinhos.

Presente desde 1982 na Vila da Praia do Forte, esse foi um dos locais escolhidos pelo Tamar, pois é ponto de desova das tartarugas marinhas. Os turistas hospedados na Costa do Sauípe podem aproveitar a estadia para fazer parte da preservação das tartarugas marinhas.

As atividades incluem visitas aos centros de pesquisa, conhecendo mais sobre esses animais, aprendendo como cuidar da fauna marinha e até mesmo participando da devolução das espécies para o mar — que ocorre em épocas específicas.

Conhecer, apoiar e prestigiar o projeto Tamar e seu trabalho de preservação das tartarugas marinhas é um ato de cidadania e responsabilidade socioambiental. Os turistas são convidados a fazer parte do trabalho e conhecer mais sobre este projeto incrível.

Você gostou de conhecer mais sobre o trabalho de preservação das tartarugas marinhas e o seu papel no cuidado com a biodiversidade marinha? Então o que acha de visitar a Costa do Sauípe e aproveitar para prestigiar o Projeto Tamar? Conheça as nossas opções de hospedagem e faça a sua reserva!

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